Sem pé nem cabeça

Por que não pensar em vão?
Sei lá, algo meio João e o pé de...
Abacaxi, melão... Feijão...
Quem disse que precisamos ser exatos
Exatos como o tempo e as maravilhas de Alice?
Com o coelho e as suas peraltices
Talvez pudesse ser como naquele quadro de D’ali
É... Aquele mesmo que mostra o tempo se esvair
Tempo que reflete a nossa vida e conta segredos para uma bruxa maldita
Maldade que passa por neve, feras e belas
Belas surpresas como numa viagem de 20 mil léguas submarinas
Onde Nemo vai poder variar entre um louco capitão de uma embarcação, num livro de Júlio Verne, até o simpático peixe da fábrica Disney
Ei, que tal deixar esse gigante da imaginação cair e voltar ao chão
Descendo o pé de feijão acho que foi mais um delírio de um João.
Afinal o mundo não precisa de mais um romântico incorrigível
Talvez isso nem seja atingível
O mundo não precisa de mais um amor
O mundo não precisa de mais uma dor
O mundo não precisa de rimas tão rídiculas
Pelo menos João ganhou o dia com mais uma lição que vai ser passada de geração em geração... Ou não?
Se eu fosse ele essa seria a despedida...

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