The worst love storie

Antes de ler saiba que o texto a seguir é todo baseado em experiências de uma única pessoa e que, assim sendo, não são necessariamente verdades suas, portanto fique tranqüilo...
Sim. Realmente existem pessoas que tratam um relacionamento de forma diferente. Existem homens que realmente acreditam no amor, por mais que digam o contrário, e que praticam atos inesperados e bonitos além de colocar o alvo de tanto apreço a frente até deles mesmos, mas eles são raros... Muito raros.

A verdade é que a sensação de ser um “mariquinha” enoja a maioria...

Sem falta de modéstia sempre me inclui nessa parca minoria e nunca tive vergonha de ter amigos que pensavam o contrário. Caçoaram-me durante toda a minha vida por ficar longos períodos sem ficar com garotas e mais ainda por ficar muito tempo namorando uma só.
Pensando cá com os meus botões acredito que esses homens são minoria por que quem é assim não chega muito longe num relacionamento.

Se você esta pensando agora em me criticar e comentar pare de ler e mude de blog... ok?

O que nós gostamos, e me incluo nisso, é de sacanagem. No sentido sexual e moral da palavra. Ninguém gosta de flores sempre, ninguém gosta de andar de mãos dadas sempre e ninguém gosta de demonstrações de amor públicas sempre.
Você prefere uma noite de declarações de amor, conversa, risadas e divertimento ou uma noite quente de sexo?
Quem respondeu afirmativamente as primeiras e não sexo esta mentindo.

Isso mesmo. Acabei de te chamar de mentiroso então se ofenda e pare de ler e não comente

Por mais que se ame e se tenha apreço e dedicação incondicional invariavelmente preferimos quem nos fere a quem nos ama e isso é verdade para mim também. Foras, chutes e pontapés te deixam muito mais interessado em alguém do que beijos, presentes e amor. Não é a toa que o tipo de pessoa que citei no início é cada dia mais raro:

Num veiculo voltando à noite...:

-Te amo mais do que qualquer coisa há anos
-Eu sei
-Não posso te prometer uma vida financeira estável
-Não é isso que estou procurando
-Não posso te prometer que vou ter o melhor emprego na minha profissão
-Só estou à procura de alguém que me ame
-Isso eu posso prometer para todo o sempre...
-Eu já ouvi isso antes
-Mas não de quem mais te amou na vida e só quer te fazer feliz...

Um mês depois...

-Você não quer falar comigo? Então diga...
-É assim que acaba... É esse o final?
-Acho que sim
-Não vejo sentido nisso...
-...
-Então diga: Eu não te amo e nunca mais quero ficar com você
-Você sabe que eu não te amo
-Diga!
- Eu não te amo e nunca mais quero ficar com você

Não existem “últimos romances” do jeito que Rodrigo Amarante descreveu nos Los Hermanos... FATO.

Na festa...

-O que você disse?
-O que?
-Você acabou de dizer o nome daquela garota
-...
-...
-Desculpe
-Não. Me desculpe você por achar que um dia você iria superar isso comigo
-Não foi minha intenção...
-Então por que...
-Não me reconheço mais... Desculpe...

Uma pessoa rara, como eu disse, leva tempo (anos) pra perceber como as coisas funcionam, mas um dia percebe... Ela só demora muito mais que as outras.
No final se percebe que você não era o diferente... Você era o errado... Se 99,5 % das pessoas são de um jeito e você de outro é impossível que a minoria absoluta esteja certa e isso é fato.

E contra fatos não há argumentos

Bom, esse texto esta ficando grande demais e eu cansei de escrever...

Isso mesmo. Achou o final ridículo?

São 20 horas do sábado e eu acabei de “cagar” para a minha monografia hoje e estou saindo...
Um beijo na ponta do nariz pra quem vai sair como eu hoje e um outro para as duas protagonistas das pequenas histórias acima, que provavelmente devem estar se divertindo exatamente agora em algum lugar...
Espero sinceramente que ninguém nunca leia isso...
Eu nem deveria ter escrito isso...
Nem isso...
Nem isso...
Nem isso...

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