Sorria...



É uma forma meio extrema de pensar mais... Alguém ai já reparou como hoje em dia só fica triste quem quer ou quem não tem dinheiro pra pagar?
Quem nunca tomou umas e outras para esquecer um pouco o que quer que fosse, quem nunca foi a uma festa mesmo cansado para curtir depois de um dia estafante ou mesmo não foi consolado por uma pessoa querida dizendo: “não fique assim, tudo vai se ajeitar.”
Existem drogas de todos os tipos, licitas ou ilícitas, para fazer você “relaxar” um pouco e esquecer essa nossa vida cotidiana atribulada e cheia de percalços. Por que ficar triste num mundo tão cheio de atrativos?
De repente isso explique um pouco o movimento Emo, por exemplo, que gosta de sentir, mesmo que de maneira extrema, e às vezes até tosca, num contraponto ao tema desse texto de forma sincera a sua tristeza. Baseamo-nos muito, por exemplo, nas emoções do próximo, da pessoa que se gosta. Existe uma certa menina, no meu caso, que tem influência direta nas minhas emoções do dia. Se ela esta triste numa sexta-feira, eu não consigo me divertir em lugar nenhum por saber do seu estado emocional. Marcelo Camelo diz na segunda faixa de seu primeiro CD em palavras repetidas de forma quase que hipnótica: “tudo passa... tudo passa...” sou muito fã do ex-hermano mais infelizmente tenho que discordar dele nesse ponto, nem tudo passa Camelo.
Um velho samba que me vem à cabeça tem a seguinte frase: “tire o seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor...”
Li uma reportagem dia desses que me surpreendeu, pois até nesse ponto a alegria constante chegou. Um estudo recente sobre os últimos sambas do carnaval carioca (o maior carnaval do mundo) diz que a maioria dos sambas feitos pelas escolas nos últimos anos estão em tom maior. Trocando em miúdos, isso quer dizer que eles são feitos, meio que na marra, para serem sambas “pra cima” talvez, isso explique por que os de antigamente são muito mais faceis de assimilar e gravar, e aquele seu vizinho velhinho continue a cantar ele frequentemente e não os atuais.

4 comentários:

brUno PeReiR@ | 11 de novembro de 2008 19:27

Rapaz, a deprê é um estado crônico daquele que sente. Todos nós que temos carne, osso e cérebros, passamos por isso. E sim temos recaídas. Portanto depois que a deprê passar, vamos bebemorar nossas tristezas; mas com refri, flw? Abç!

Tamyris Torres | 14 de novembro de 2008 12:52

Eu acho que todos ficamos deprê com mais facilidade do que ficar feliz. Às vezes gosto de sentir a minha tristeza, pois ela me diz muitas coisas e me dá respostas que nunca saberia se eu não estivesse triste. Sorrir...? Eu também gosto, mas isso só acontece quando eu passo pela tristeza e conheço um pouco mais sa vida.
Não desperdice a sorte que você tem menino! Eu estarei sempre com você...Nessa vida ou na outra...Eu acredito.
E se eu puder participar dessa bebemoração...até que eu ia gostar rs...Talvez a menina lá do seu blog fique feliz para variar.

Nayara | 17 de novembro de 2008 10:21

o que mais odeio além de fikr triste, e continuar triste...
acho que ninguém precisa sofrer, para ser feliz, prefiro viver num mundo que eu criei,(é olha q mesmo assim eu sofro) p/ não enxergar certas tristezas, prefiro mergulhar em sorrisos do q me afundar em tristes verdades!
pois fikr triste me desperta dois sentimentos ruins a propria tristeza e a raiva de senti lá. sempre evitei o que mais faz mal!
acho que fugi um pouco do assunto mais e isso q acho bjussssss!

Comunicação Jovial | 25 de novembro de 2008 09:24

NOssa! Onde vc escondia esse escritor, que mora dentro de vc?
rsrs